5. Desenvolvimento: Após a fase de revestimento
(instalação da tubulação
do poço), a fim de garantir o melhor aproveitamento
do aqüífero, é realizado o desenvolvimento
do poço. São utilizados dispersantes químicos
compostos por polifosfatos tensoativos, que agem no envoltório
do poço, eliminando resíduos do fluido
de perfuração, os quais preenchem os poros
da área do pré-filtro. Para se efetuar
a remoção das partículas dispersadas
pela ação química, é utilizado
o método “Air lift”. Tal processo
consiste em um superbombeamento feito por um compressor,
de alta potência, que trabalha em pulsos, originando
o processo de fluxo e refluxo. O resultado é o
aumento do volume de água produzido e o seu aspecto
cristalino.
6. Instalação do equipamento
de bombeio: é instalada uma bomba dimensionada
de acordo com os parâmetros da capacidade de produção
do poço e vazão desejada. Fazem parte do
conjunto moto-bomba submersa os seguintes acessórios:
coluna edutora, cabo náutico de sustentação,
cabo elétrico e cabo para eletrodos de nível.
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7. Acabamentos: sendo esta efetivamente a
última etapa referente à construção
do poço tubular, trata-se da construção
de uma base quadrada e sobre esta uma outra cilíndrica
que envolve o tubo, saliente 50 cm acima do nível do
terreno. A fim de garantir a impermeabilização
da boca do poço, sobre a tampa é aplicado silicone
obliterando os possíveis espaços vazios.
8. Coleta de água: após uma
semana de funcionamento contínuo da bomba, é
efetuada a coleta de água do poço para posterior
análise físico-química e bacteriológica,
realizada por laboratório especializado.
9. Estudos hidrogeológicos: Como continuidade
do projeto de construção do poço tubular
são executados estudos hidrogeológicos que visam
determinar o regime de produção do aqüífero
drenado. A obtenção dos dados para a análise
é feita a partir de teste de vazão em regime
contínuo e escalonado. O produto final é expresso
por meio de perfis, gráficos, tabelas e relatório
com a interpretação dos dados.
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